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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Dieta do Detox Diet


Dieta do Detox Diet

NÃO COMA:
COMA :
Ovo
Frutas frescas ou congeladas
Leite
Frutas secas sem açúcar (como damasco, figo e passas)
Queijo
Legumes e verduras
Ricota
Folhas verde-escuras (como couve, espinafre e agrião).
Creme de leite
Arroz (especialmente o integral)
Iogurte
Macarrão de arroz
Manteiga
Biscoito de arroz
Sorvete
Quinoa
Trigo
Amaranto
Massas e Pães
Arroz selvagem
Adoçantes
Aveia
Açúcar refinado, branco e mascavo
Pão de aveia
Xarope de milho rico em frutose
Ervilha e lentilha
Glúten
Feijão
Trigo
Amêndoas
Cevada
Castanha de caju
Centeio
Nozes
Cuscuz
Sementes de girassol, de abóbora ou de gergelim.
Farelo
Azeite de oliva extravirgem
Farinha
Óleo de linhaça, de amêndoa, de abacate ou de coco.
Soja
Óleo de girassol em pequenas quantidades (por causa do ômega-6 que, em altas doses, é oxidante)
Tofu
Leite de arroz, de amêndoa ou de cânhamo.
Leite de soja
Água de coco
Iogurte de soja
Chá verde
Molho de soja
Água com limão
Bebidas cafeinadas
Stevia
Refrigerantes
Mel
Álcool
Vinagre de maçã
Carnes
Ervas frescas e secas
Salsichas
Gengibre
Linguiças
Cacau em pó
Frios
Mostarda (erva)
Mariscos
Sal marinho (muito usado na cozinha macrobiótica).
Condimentos e conservantes

Ketchup

Maionese

Molhos para salada prontos

Sal refinado

Fritura

Salgadinhos e doces


Fonte: Revista Maxima

domingo, 23 de setembro de 2012

Diabetes Tipo 2


O que é a diabetes ?

O diabetes mellitus tipo 2 ( DM2) é uma condição caracterizada por aumento de glicose no sangue, chamada de hiperglicemia. Isso acontece devido a uma deficiência na produção e/a ação da insulina (hormônio produzido no nosso organismo pelo pâncreas ).Resultado em excesso de glicose no sangue.

Dica:
Apesar de ser uma doença crônica e sem cura, o diabetes pode ser bem controlado. Portanto , dedique-se a um estilo de vida saudável com dieta adequada e exercício físico, além do tratamento medicamentoso.

Você não esta sozinho:
Existem mais de 340 milhões de pessoas no mundo vivendo com o diabetes no mundo. Infelizmente quase metades delas não sabem que têm a doença.
Se não for tratado adequadamente, ou seja, se oi nível de glicemia não for normalizado. O DM2 pode evoluir para o acometimento de importantes órgãos  como o coração, rins, olhos e nervos.

Se você tem um familiar ou colega acima de 40 anos, acima do peso ou que tenha hipertensão, incentive-o a pesquisar sobre o Diabetes.

Como fazer o acompanhamento?
Siga as orientações do seu medico  para obter o melhor controle da glicemia, realizando os exames solicitados por ele na frequência exigida.
A partir do diagnostico, o seu medico solicitara, além dos exames de rotina, outros exames importantes para avaliar a saúde do seu olho (fundo de olho), Rins (microalbuminúria ) e coração (eletrocardiograma ou teste de esforço ).

Dica:
Lembre-se que o paciente diabético pode perder a sensibilidade nos pés, por isso esteja atento aos seus pés, observando se não existem feridas ou micoses, e utilize calçados confortáveis.

“ Esteja atento aos seus pés, observando se não existem feridas.”

Como obter o sucesso no tratamento.
Mudar o estilo de vida não é fácil, mas é possível! Basta encontrar o seu jeito de estabelecer uma rotina.
Assim que você conseguir se organizar, percebera que o tratamento do diabetes pode ser incorporado naturalmente  no seu dia a dia e ser muito gratificante.

Alimentação:
A orientação nutricional, com o estabelecimento de um plano alimentar, associada a mudanças no estilo de vida, incluindo atividade física regular, são fundamentais para o controle dos indivíduos portadores de Diabetes Mellitus. Nos últimos anos, diversos produtos foram elaborados para tornar a vida dos diabéticos mais fácil e saborosa. Além disso, muitos tabus e determinações que o faziam ter que seguir uma dieta restritiva desapareceram. Atualmente, sabe-se que esses indivíduos devem ter uma alimentação saudável com pouquíssimas restrições ou proibições. Então, se você é diabético e pretende adotar um plano alimentar saudável, siga atentamente as recomendações.

“Diversos tipos de alimentos foram elaborados para tornar a vida dos diabéticos mais fácil e saborosa.”

Carboidratos:
Qualquer carboidrato consumido em excesso resultará no aumento dos níveis de glicose no sangue e manifestação dos sintomas do diabetes.

Carboidratos simples :
Esse tipo de carboidrato tem capacidade de fornecer mais rapidamente energia ao organismo. São os açúcares (branco, cristal, mascavo e demerara) e mel. Frutas também contêm carboidratos simples, sendo um dos motivos pelos quais esses alimentos não devem ser consumidos livremente pelos diabéticos. O consumo de açúcar, mel, balas, doces e refrigerantes com açúcar, além de aumentar os níveis de glicose, está associado à obesidade e elevação dos triglicérides no sangue.

Carboidratos Complexos:
São mais vantajosos, pois apresentam uma absorção mais lenta no intestino, diminuindo os picos de aumento de glicose após uma refeição. Os alimentos que contêm carboidratos complexos são: arroz, milho, pães, macarrão, farinhas, cereais, aveia, batata(cosida) , mandioca, entre outros. A fim de melhorar ainda mais o conteúdo de nutrientes desses alimentos, auxiliar o trânsito intestinal e retardar a absorção da glicose é recomendado que esses alimentos sejam consumidos em sua forma integral como, por exemplo, arroz integral, pães preparados com farinhas integrais, biscoitos integrais, cereais matinais etc. As fibras também são carboidratos complexos que auxiliam no controle da glicemia. É recomendado o consumo de 20 gramas ao dia sob a forma de hortaliças, leguminosas, grãos integrais e frutas.

Gorduras:
 Os alimentos contêm os seguintes tipos de gorduras:

Colesterol:
É encontrado apenas em alimentos de origem animal, carnes gordurosas, leite integral e derivados, frios e embutidos, frutos do mar e vísceras. O colesterol alimentar influencia diferentemente os níveis de colesterol no sangue.

Gordura saturada:
Presente principalmente em produtos de origem animal, carnes gordurosas, leite e derivados, polpa e leite de coco e em alguns óleos vegetais como dendê. Quando consumida em excesso pode aumentar os níveis de colesterol “ruim” (LDL).

Gordura Trans:
As principais fontes são os alimentos industrializados que contêm gordura hidrogenada, como sorvetes, bolachas, alimentos de consistência crocante e margarinas duras. Quando consumida em excesso, a gordura trans aumenta o colesterol “ruim” (LDL) e reduz o colesterol “bom” (HDL).

Álcool:
O consumo excessivo de álcool deve ser evitado, mesmo que eventualmente. Para evitar hipoglicemia (baixo nível de glicose), o álcool deve ser sempre ingerido juntamente com alimentos. Lembrando que o álcool é muito calórico e o seu consumo predispõe a obesidade, que por sua vez apresenta efeitos negativos sobre o controle do diabetes.

Alimentos Diet x Light :
A definição de alimento light deve ser direcionada aos produtos que apresentam redução mínima de 25% em determinado nutriente ou calorias, quando comparado com alimento convencional. O diet significa que o alimento tem ausência total de um nutriente. Portanto, a primeira diferença entre alimento diet e light está na quantidade permitida de nutriente. Enquanto o diet precisa ser isento, o light deve apresentar uma redução mínima de 25% de nutrientes ou calorias em relação ao alimento convencional. A segunda diferença é que o alimento light não é, necessariamente, indicado para indivíduos que apresentem algum tipo de doença (diabetes, colesterol elevado, doença celíaca, fenilcetonúria). No caso dos indivíduos diabéticos o termo correto é o diet, por ter ausência total de açúcar. Se for comprar algum alimento light precisa conferir nos ingredientes descritos no rótulo, se na composição tem açúcar ou não.

Recomendações:

1-) Alimente-se a cada 3 horas para evitar picos de hipo e hiperglicemia; ( 7:00,
10:00, 13:00, 16:00, 19:00 ...)

2-)Tenha sempre disponíveis alimentos práticos para os intervalos das refeições como frutas, barras de cereais light ou biscoitos salgados com fibras.

3-) Leia os rótulos com atenção. Não confie apenas na denominação diet ou light. Observe atentamente a composição nutricional do produto, identificando a quantidade de cada nutriente (gordura, carboidratos, proteínas, vitaminas e minerais).

4-) Procure manter o peso dentro da faixa de normalidade.

5-)Meça regularmente a glicose sanguínea.


Fonte: livro diabetes tipo 2 entenda mais, junte se a nos





domingo, 11 de dezembro de 2011

As Novas Conquistas Para Prolongar a Vida



   Conheça os tratamentos já encontrados pela medicina:

Neste momento, há dezenas de centros de estudos espalhados pelo mundo buscando entender por que envelhecemos e como retardar esse processo. O que se quer é encontrar formas de nos deixar jovens por mais tempo, adiando o tempo em que o corpo vai perdendo gradativamente o vigor e a saúde. Na última semana, dois importantes grupos de pesquisa anunciaram passos decisivos nessa direção. Cada um a seu modo, eles conseguiram promover uma espécie de rejuvenescimento celular, feito fascinante que contribuirá para ajudar a atenuar os desgastes promovidos no organismo pela passagem do tempo.
O primeiro trabalho foi realizado por cientistas da Clínica Mayo, dos Estados Unidos. O foco dos pesquisadores foram as chamadas células senescentes. Uma célula jovem apresenta grande capacidade de se multiplicar. Com o correr dos anos, porém, ela vai perdendo essa habilidade até entrar em uma fase na qual consegue fazer apenas um número limitado de divisões. É uma espécie de limbo, quando ela nem se replica normalmente nem morre. Quando entra nesse período, é batizada de senescente. A etapa antecede a última do ciclo de uma célula, quando ela perde completamente o poder de se dividir e morre.
Há anos a ciência já sabia que essas células estavam envolvidas no surgimento de doenças associadas ao envelhecimento, mesmo estando presentes em pequena quantidade no organismo – estima-se que somem entre 10% e 15% do total de células de um idoso. O que ninguém tinha conseguido até agora era neutralizar seus efeitos. E foi exatamente o que os cientistas americanos fizeram, em cobaias, realizando uma espécie de “limpeza”.

                                  O que há em pesquisas:

• A experiência Americana: Pesquisadores da Clínica Mayo criaram camundongos nos quais as células senescentes continham uma molécula chamada caspase 8.Ela só é ativada na presença de uma droga desenvolvida por eles, que não tem efeito nas células normais.
Quando as cobaias receberam a droga, a molécula entrou em ação: provocou buracos nas membranas que envolvem as células ,levando-as a morte.
Experiência Francesa :Cientistas da universidade de Montpellier extraíram células da pele de um homem de 74 anos e delas retiraram as células senescentes. O objetivo era tentar induzi-las a se transformas em células tronco pluripotentes e depois em células tronco embrionárias, células “jovens” capazes de gerar qualquer tipo de tecido
                                                Resultados:
•A eliminação das células senescentes retardou o aparecimento de problemas associados ao envelhecimento, como catarata,perda muscular e fraqueza.
•As cobaias também mantiveram os mesmos níveis de camada de gordura na pele(com o envelhecimento, há uma redução nessa camada, o que acaba contribuindo para a formação das rugas).
•Tão Importante quanto isso, observou-se que a remoção dessas células mesmo na velhice reduziu a progressão de doenças já estabelecidas.

                           Os Hormônios e o envelhecimento:

• Insulina: O hormônio abre a porta das células para a entrada da glicose, o combustível das células. O envelhecimento leva a diminuição gradativa na sua fabricação. Por essa razão, grande parte dos idosos apresenta diabetes.
•Hormônios da Tireoide: Há redução na fabricação de tiroxina plasmática(T4) e na concentração da trilodotironina (T3) .Ocorre aumento do hormônio estimulador da tireoide (TSH).Como a glândula esta envolvida em varias funções no organismo, as oscilações nos hormônios podem levar a problemas como alterações de peso, perda de força muscular e cansaço.
•Hormônios sexuais: Nas mulheres decai a produção de estrogênio, um dos hormônios responsáveis pelas características femininas. Entre outros efeitos, há menor proteção cardiovascular.
Nos Homens, há queda na fabricação da testosterona, hormônio  responsável pelas características masculinas. Pode ocorrer mais cansaço, obesidade abdominal e insônia, entre outros problemas.
•DHEA: O hormônio está envolvido na fabricação do estrogênio e testosterona. A queda na sua fabricação pode prejudicar as funções atribuídas a esses dois outros hormônios, interferir na produção do cortisol(hormônio fabricado em situação de stresse) e prejudicar o sistema imunológico.
• Hormônio do Crescimento: O GH, como o nome diz, atua no crescimento ósseo. Mas também está envolvida na síntese de proteínas e outras funções. Há declínio gradual na sua produção, o que deteriora a composição corporal.
• Melatonina: Produzido pela glândula pineal, a melatonina é responsável pela regulação do sono. Sua queda  pode fragmentar o sono, reduzindo nossa capacidade de produzir hormônios.
•Pregnenolona: Ele está presente no sangue e no cérebro, onde regula o sistema de excitação e depressão de impulsos nervosos. Em baixas concentrações, reduz a memoria e a velocidade de processamento cerebral.

O Que Pretende a Modulação Hormonal: Equilibrar a produção de todos os hormônios associados ao envelhecimento, de forma a recuperar gradualmente as funções vitais do organismo.

Controvérsia: A proposta é bastante polemica. Enquanto endocrinologistas defendem o uso de hormônios so em casos em que seja comprovada a deficiência hormonal, médicos especializados em medicina anti envelhecimento preferem uma abordagem fisiológica, em que todos os hormônios sejam controlados em pequenas quantidades como medidas preventivas ao surgimento de doenças.  

domingo, 16 de outubro de 2011

Genes, Magreza e Diabetes.

Estudo feito pelo Medical Research Council, da Grã-Bretanha, constatou que genes ligados a pessoas magras podem estar associados a problemas no coração e a diabetes do tipo 2 condições normalmente vinculadas ao excesso de peso.
De acordo com os dados, apesar de variantes do gene IRS1 reduzirem a gordura sob a pele, elas não teriam qualquer efeito sobre a gordura presente nas vísceras, em torno de órgãos como coração e o fígado. O trabalho foi publicado na revista cientifica Natire Genetics e envolveu 76 mil pessoas.
A pesquisa pretende ajudar a esclarecer porque 20% das pessoas com diabetes tipo 2 tem a condição, apesar do peso saudável. O estudo mostra, também, que os riscos para o coração não devem ser baseados apenas no peso, e sim onde a gordura é depositada, já que, quando armazenadas internamente são mais graves.

Da Intolerância do Glúten a Doença Celíaca

O glúten é uma proteína, que existe em vários tipos de grãos, trigo, cevada e centeio. Assim, os alimentos que nos utilizamos com frequência como pão, bolo, biscoitos, e os cereais que usamos no café da manhã são ricos dessa substância. Na grande maioria dos indivíduos, esta proteína é digerida e absorvida, como todas as outras, sem nenhum atropelo.
No entanto, nas pessoas portadoras de uma patologia, de natureza genética, chamada Doença Celíaca, ela acarreta sérios transtornos.
A doença acomete um em cada 300 brasileiros. Existe uma anormalidade dos seus sistemas imunológicos. O organismo considera o glúten como um agente agressor e, desencadeia uma serie de ações contra ele (por um a aumento de anticorpos), esta reação também vai agredir vários dos nossos tecidos como nosso aparelho digestivo. A doença também causa a Alteração do ritmo intestinal, diarreia em mais de 50% dos casos. Gases, empachamentos, azia, má digestão e perda ou ganho de peso por má absorção.
Pode ate ser causa de crescimento deficiente em crianças. Outras manifestações também podem ser referidas. Dor de cabeça, depressão, dormência, dores articulares, fadiga, dermatite, osteoporose, infertilidade, entre outras.
O diagnostico é diferencial. Síndrome de Intestino Irritável, Intolerância a lactose, algumas parasitoses como giardíase, infecções bacterianas intestinais etc. Por conta disso, a grande maioria dos portadores da Doença Celíaca não é diagnosticada ou só é, tardiamente.
Por ser uma doença do sistema imunológico, tem mais chance de também apresentá-la: Diabetes Mellitus do Tipo 1, Hipo ou Hipertiroidismo, Lúpus Eritematoso, Artrite Reumatoide. Alias, ela prejudica diminuindo a eficácia dos medicamentos para A.R.
O teste inicial que deve ser realizado é o teste de intolerância Alimentar, a dosagem do anticorpo anti-transglutaminase. A confirmação diagnostica é realizada através de uma endoscopia digestiva alta. Solicitando uma biopsia do duodeno e do jejuno. O estudo deste material confirma ou não o diagnóstico.
Existe, também, o estudo genético para avaliar a presença dos genes HLA DQ2 ou HLA DQ8 que pode ser utilizado inicialmente. Uma limitação é seu auto custo. E quem tem um desses genes mesmo que o exame de sangue for negativo, inicialmente, deve repeti-lo, pois a doença poderá se apresentar mais tarde.
A única medida terapêutica eficaz é a suspensão do uso de alimentos que contenham glúten. È importante ressaltar que mesmo uma pequena quantidade pode desencadear um agravamento importante dos sintomas.
È importante lembrar que, vários outros alimentos contem a proteína: os embutidos (salame, salsichas, mortadela.). Também é vedado o uso de algumas bebidas, como Whisky, Cerveja.
A boa noticia é que a indústria alimentar esta oferecendo um maior numero de alimentos, como pães e massas, sem glúten.


quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Check-ups anuais são desnecessários?...Ou vale a pena para viver mais e melhor?



Sempre me surpreendo ao descobrir que muita gente acha que fazer exames médicos anuais  é desnecessário. São poucas as pessoas que vão ao medico regulamente. É verdade que muitas vezes não ficamos sabendo de nada revelador de imediato, mas a realização frequente de check-ups é essencial. Se todos fizéssemos isso, poderíamos evitar doenças ou detectá-las no estagio inicial, quando os tratamentos são mais eficazes - e muitas vidas seriam salvas .Quando perguntamos sobre algum exame de rotina escutamos com frequência "Esta Normal".

 Exames laboratoriais e de imagem podem significar a diferença entre a vida e a morte. O check-Up anual é absolutamente imprescindível. Trata-se de um procedimento que todos devemos adotar e que nos permite tomar decisões sobre quais exames são mais indicados .O Conjunto apropriado de exames depende da nossa idade ,dos fatores de risco e dos sintomas. Se vamos ou não dar o segundo passo  e seguir as recomendações  medicas é uma opção pessoal, mas ela pode decidir  se tomamos a direção da vida ou da morte.

Por que os exames preventivos anuais se tornaram alvo de tantos questionamentos? 
Durante a maior parte do século XX, o Check -Up completo para adultos era o padrão de cuidados com a saúde  nos Estado Unidos. Seu objetivo era descobrir doenças bem cedo e reduzir o rico de morte. Ele envolve exames de sangue, de urina, de imagem e algumas vezes o Eletrocardiograma .
As seguradoras resolveram reavaliar quais serviços poderiam oferecer e quais deixariam de fora. A pressão crescente sobre os médicos para que economizassem fez com que menos exames fossem pedidos e que os tratamentos mais baratos fossem oferecidos. Os Check-ups anuais foram analisados e vários grupos médicos dominantes acharam que pessoas saudáveis não precisavam fazer exames todos os anos.

O que nós, médicos , que lidamos com pessoas saudáveis e doentes ,temos a dizer sobre tudo isso? 
Nossa resposta foi resumida com uma pesquisa publicada no periódico Archives of Internal  Medicine, em 2005.Que revelou que 65% de todos os médicos da assistência primaria nos Estados Unidos  acreditam que esses Check –ups  são necessários . Como você pode ver .É de vital importância fazer exames preventivos regulares adaptados a cada caso.Alguns exames devem ser feitos com frequência como a contagem de açúcar no sangue, e a verificação da pressão arterial. Mas outros exames podem ser apropriados a você e não necessariamente a outra pessoa. 

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Deficiência de vitamina D

 Após o enriquecimento dos alimentos com vitamina D, houve a impressão de que o raquitismo havia sido controlado e os profissionais de saúde acreditaram que o principal problema de saúde resultante da deficiência de vitamina D havia sido resolvido. Entretanto, o raquitismo pode ser considerado como a ponta do iceberg resultante da deficiência desta vitamina, já que a deficiência de vitamina D permanece comum em crianças e adultos. Durante a vida intra-uterina e na infância, esta situação pode levar ao retardo no crescimento e deformidades esqueléticas, além de aumentar o risco de fratura de quadril ao longo da vida. Em adultos, tal deficiência pode precipitar ou exacerbar a osteopenia e osteoporose, levar à osteomalácia e fraqueza muscular, além de aumentar o risco de fraturas.


A definição mais utilizada para deficiência de vitamina D é um nível de 25- hidroxivitamina D inferior a 20ng/ml (50nmol/L). Quando este valor encontra-se entre 21-29 ng/ml, pode-se considerar que há insuficiência relativa de vitamina D e valores acima de 30 ng/ml são considerados suficientes. A intoxicação de vitamina D é observada quando seus níveis encontram-se acima de 150 mg/ml.

A partir de tais definições, estima-se que 1 bilhão de pessoas apresentem deficiência de vitamina D. As populações de mais alto risco são os idosos e mulheres após a menopausa. Entretanto, crianças e adultos jovens também podem desenvolver tal deficiência.

I – Fontes e metabolismo da vitamina D

Os seres humanos obtêm vitamina D a partir da exposição aos raios solares, da comida ingerida e de suplementos alimentares.

II – Osteoporose e fratura óssea

Aproximadamente 33% das mulheres entre 60-70 anos e 66% das mulheres acima de 80 anos sofrem de osteoporose. Estima-se que 47% das mulheres e 22% dos homens de 50 anos apresentarão um episódio de fratura osteoporótica no restante de sua vida. Quando utilizada a dose de 700-800 UI de vitamina D3, houve redução de 26% no risco relativo de fratura de quadril e 23% no risco relativo de fraturas não-vertebrais.

III – Força muscular e quedas

A deficiência de vitamina D pode causar fraqueza muscular. Os músculos esqueléticos possuem receptores para a vitamina D e necessitam dela para seu funcionamento ótimo.Estudo recente demonstrou que a velocidade de performance e a força muscular apresentaram grande melhora quando os níveis de 25-hidroxivitamina D aumentaram de 4 para 16 ng/ml e continuaram a melhorar a medida que tal nível subiu para 40mg/ml.
Uma meta-análise de 5 ensaios clínicos demonstrou que o aumento na ingesta de vitamina D reduziu o risco de quedas em 22% quando comparado com reposição de cálcio ou placebo.

IV – Efeitos não-esqueléticos da vitamina D

Órgãos como cérebro, próstata, mama e cólon, assim como células do sistema imune possuem receptor para vitamina D e respondem à 1,25-dihidroxivitamina D, a forma ativa da vitamina D.
Direta ou indiretamente, a 1,25-dihidroxivitamina D controla mais de 200 genes, incluindo aqueles responsáveis pela regulação da proliferação celular, diferenciação, apoptose e angiogênese. Além disso, ela reduz a proliferação celular tanto de células normais como de células cancerígenas e induz sua diferenciação terminal.

Por fim, a 1,25-dihidroxivitamina D é um potente imunomodulador. Foi demonstrado que quando seus níveis caem abaixo de 20ng/ml, os monócitos e macrófagos ficam incapazes de iniciar a resposta imune inata, fato que pode explicar o motivo pelo qual indivíduos negros americanos, constantemente deficientes de vitamina D, são mais suscetíveis a tuberculose do que os brancos, além de tenderem a evoluir com uma forma mais agressiva da doença.

V – Deficiência de vitamina D e sua relação com diversas patologias

• Câncer → Estudos demonstraram que níveis baixos de vitamina D estão associados a um risco 30-50% maior de câncer de cólon, próstata e mama, além de uma maior mortalidade associada a tais patologias. 

• Doenças auto-imunes, osteoartrite e diabetes → Foi demonstrado que o aumento na ingesta de 25-hidroxivitamina D reduz o risco de desenvolver esclerose múltipla, artrite reumatóide e osteoartrite. Diversos estudos também sugeriram que a suplementação de vitamina D em crianças reduziu o risco de diabetes tipo 1. 

• Esquizofrenia e depressão → A deficiência de vitamina D tem sido relacionada ao aumento na incidência de esquizofrenia e depressão.

• Capacidade pulmonar → homens e mulheres com níveis de 25-hidroxivitamina D acima de 35 ng/ml apresentaram aumento de 176ml no volume expiratório forçado em 1 segundo.

VI – Causas de deficiência de vitamina D

As causas mais comuns para deficiência de vitamina D são:
 • Redução da síntese cutânea

 • Menor biodisponibilidade
  o  Mal absorção (fibrose cística, doença celíaca, doença de Whipple, doença de Crohn, medicações que reduzem a absorção do colesterol)
  o  Obesidade 
  
  Catabolismo aumentado
  o  Uso de medicações como anticonvulsivantes, glicocorticoides, terapia anti- retroviral e imunosupressores.

  • Redução na síntese de 25-hidroxivitamina D 
  o  Falênciahepática
  
  •   Perda urinária aumentada de 25-hidroxivitamina D 
  o  Síndromenefrótica
  
  •   Redução na síntese de 1,25-dihidroxivitamina D 
  o  Doençarenalcrônica
  
  •   Doenças hereditárias – raquitismo 
  
  •   Doenças adquiridas
  o  Osteomaláciatumor-induzida o Hiperparatireoidismoprimário 
  o  Doençasgranulomatosas,sarcoidose,tuberculoseealgunstiposdelinfoma 
  o   Hipertireoidismo.

VII – Estratégias terapêuticas

A recomendação da ingesta diária de vitamina D é de 200UI para crianças e adultos até 50 anos de idade, 400 UI para adultos entre 51-70 anos e 600 UI para adultos acima de 71 anos.

Crianças com deficiência de vitamina D devem ser agressivamente tratadas a fim de evitar o raquitismo. Como a vitamina D2 é 30% tão efetiva quanto a vitamina D3 em manter os níveis adequados de 25-hidroxivitamina D, até 3 vezes mais de vitamina D2 podem ser necessários para manter tais níveis suficientes. Uma forma custo-efetiva de corrigir a deficiência de vitamina D e manter níveis adequados é oferecer cápsulas contendo 50,000 UI de vitamina D uma vez por semana durante 8 semanas, seguido de 50,000 UI de vitamina D2 a
cada 2-4 semanas. Alternativamente, tanto 1.000 UI/dia de vitamina D3 quanto 3.000 UI/dia de vitamina D2 são suficientes. Por fim, já foi provado que a estratégia de oferecer 100.000 UI de vitamina D3 uma vez a cada 3 meses foi eficaz em manter os níveis de 25-hidroxivitamina D acima de 20 ng/ml e reduzir o risco de fraturas.

Em pacientes com algum grau de disfunção renal, os níveis de 25-hidroxivitamina D devem ser medidos anualmente e mantidos, obrigatoriamente, acima de 30 ng/ml. Já aqueles com disfunção hepática moderada a grave ou síndromes de disabsorção, assim como pacientes em uso crônico de anticonvulsivantes ou glicocorticoides também necessitam de doses maiores de vitamina D.

VIII – Conclusão

O subdiagnóstico da deficiência de vitamina D não é uma condição rara e a 25- hidroxivitamina D é o termômetro do status de vitamina D. O nível sérico de 25- hidroxivitamina D é não só preditor da saúde óssea, mas também um de risco para câncer e outras doenças crônicas.

As evidências recentes sugerem que as recomendações de ingesta atual são inadequadas e esta deve aumentar para, pelo menos, 800 UI de vitamina D3 ao dia. Ao menos que o indivíduo se alimente de óleo de peixe frequentemente, é muito difícil obter tanta vitamina D3 em uma dieta regular. Exposição excessiva ao sol, especialmente os raios solares que provoquem queimaduras, podem aumentar o risco de câncer de pele. Por isso, exposição solar sensível e o uso de suplementos são necessários para suprir o organismo das necessidades de vitamina D.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

11 benefícios da caminhada para o corpo e a mente

Ela controla a pressão, diabetes, protege contra demência e ainda emagrece..
Você conhece algum exercício mais fácil de praticar do que a caminhada? Ela não exige habilidade, é barata, pode ser feito praticamente a qualquer hora do dia, não tem restrição de idade e ainda pode ser feita dentro de casa se a pessoa tiver uma esteira. "Para uma pessoa que não pratica nenhum tipo de esporte, uma caminhada de 10 minutos por dia já provoca efeitos perceptíveis ao corpo, depois de apenas uma semana, explica o fisiologista do esporte Paulo Correia, da Unifesp. Além da melhora do condicionamento físico, as vantagens de caminhar para a saúde do corpo e da mente são muitas, e comprovadas pela ciência. O Minha Vida reuniu 11 benefícios que esse hábito pode fazer para você. Confira aqui e movimente-se:

1.Melhora a circulação
Um estudo feito pela USP, de Ribeirão Preto, provou que caminhar durante aproximadamente 40 minutos é capaz de reduzir a pressão arterial durante 24 horas após o término do exercício. Isso acontece porque durante a prática do exercício, o fluxo de sangue aumenta, levando os vasos sanguíneos a se expandirem, diminuindo a pressão.  
Além disso, a caminhada faz com que a as válvulas do coração trabalhem mais, melhorando a circulação de hemoglobina a e oxigenação do corpo. "Com o maior bombeamento de sangue para o pulmão, o sangue fica mais rico em oxigênio. Somado a isso, a caminhada também faz as artérias, veias e vasos capilares se dilatarem, tornando o transporte de oxigênio mais eficiente às partes periféricas do organismo, como braços e pernas", explica o fisiologista Paulo Correia. 

2.Deixa o pulmão mais eficiente
O pulmão também é bastante beneficiado quando caminhamos. De acordo com Paulo Correia, as trocas gasosas que ocorrem nesse órgão passam a ser mais poderosas quando caminhamos com frequência. Isso faz com que uma quantidade maior de impurezas saia do pulmão, deixando-o mais livre de catarros e poeiras.
"A prática da caminhada, se aconselhada por um médico, pode ajudar também a dilatar os brônquios e prevenir algumas inflamações nas vias aéreas, como bronquite. Em alguns casos mais simples, ela tem o mesmo efeito de um xarope bronco dilatador", explica. 

3. Combate a osteoporose
O impacto dos pés com o chão tem efeito benéfico aos ossos. A compressão dos ossos da perna, e a movimentação de todo o esqueleto durante uma caminhada faz com que haja uma maior quantidade de estímulos elétricos em nossos ossos, chamados de piezelétrico. Esse estímulo facilita a absorção de cálcio, deixando os ossos mais resistentes e menos propensos a sofrerem com a osteoporose
 
 "Na fase inicial da perda de massa óssea, a caminhada é uma boa maneira de fortalecer os ossos. Mesmo assim, quando o quadro já é de osteoporose, andar frequentemente pode diminuir o avanço da doença", diz o fisiologista da Unifesp.

4. Afasta a depressão
Durante a caminhada, nosso corpo libera uma quantidade maior de endorfina, hormônio produzido pela hipófise, responsável pela sensação de alegria e relaxamento. Quando uma pessoa começa a praticar exercícios, ela automaticamente produz endorfina.

Depois de um tempo, é preciso praticar ainda mais exercícios para sentir o efeito benéfico do hormônio. "Começar a caminhar é o inicio de um círculo vicioso. Quando mais você caminha, mais endorfina seu organismo produz, o que te dá mais ânimo. Esse relaxamento também faz com que você esteja preparado para passar cada vez mais tempo caminhando", explica Paulo Correia. 

5. Aumenta a sensação de bem-estar
Uma breve caminhada em áreas verdes, como parques e jardins, pode melhorar significativamente a saúde mental, trazendo benefícios para o humor e a autoestima, de acordo com um estudo feito pela Universidade de Essex, no Reino Unido.

Comparando dados de 1,2 mil pessoas de diferentes idades, gêneros e status de saúde mental, os pesquisadores descobriram que aqueles que se envolviam em caminhadas ao ar livre e também, ciclismo, jardinagem, pesca, canoagem, equitação e agricultura, apresentavam efeitos positivos em relação ao humor e à autoestima, mesmo que essas atividades fossem praticadas por apenas alguns minutos diários.  

6. Deixa o cérebro mais saudável
Caminhar diariamente é um ótimo exercício para deixar o corpo em forma, melhorar a saúde e retardar o envelhecimento. Entretanto, um novo estudo da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, mostra que esse efeito antienvelhecimento do exercício pode ser possível também em relação ao cérebro, ao aumentar seus circuitos e reduzir os riscos de problemas de memória e de atenção. "Os estímulos que recebemos quando caminhamos aumentam a nossa coordenação e fazem com que nosso cérebro seja capaz de responder a cada vez mais estímulos, sejam eles visuais, táteis, sonoros e olfativos", comenta Paulo Correia. 
Outro estudo feito pela Universidade de Pittsburgh, afirma que as pessoas que caminham em média 10 quilômetros por semana apresentam metade dos riscos de ter uma diminuição no volume cerebral. Isso pode ser um fator decisivo na prevenção de vários tipos de demência, inclusive a doença de Alzheimer, que mata lentamente as células cerebrais. 
 
"Caminhar diariamente é um ótimo exercício para deixar o corpo em forma, melhorar a saúde e retardar o envelhecimento."

7. Diminui a sonolência
A caminhada durante o dia faz com que o nosso corpo tenha um pico na produção de substâncias estimulantes, como a adrenalina. Essa substância deixa o corpo mais disposto durante as horas subsequentes ao exercício. Somado a isso, a caminhada melhora a qualidade do sono de noite.

"Como o corpo inteiro passa a gastar energia durante uma caminhada, o nosso organismo adormece mais rapidamente no final do dia. Por isso, poucas pessoas que caminham frequentemente têm insônia e, consequentemente, não tem sonolência no dia seguinte", completa o especialista da Unifesp. 

8. Mantém o peso em equilíbrio e emagrece
Esse talvez seja o benefício mais famoso da caminhada. "É claro que caminhar emagrece. Se você está acostumado a gastar uma determinada quantidade de energia e começa a caminhar, o seu corpo passa a ter uma maior demanda calórica que causa uma queima de gorduras localizadas", afirma Paulo Correia. 
E o papel da caminhada na perda de peso não para por aí. Pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, mostraram que, mesmo horas depois do exercício, a pessoa continua a emagrecer devido à aceleração do metabolismo causada pelo aumento na circulação, respiração e atividade muscular. 
A conclusão foi de que os músculos dos atletas convertem constantemente mais energia em calor do que os de indivíduos sedentários. Isso ocorre porque quem faz um treinamento intensivo de resistência, como é o caso da caminhada, tem um metabolismo mais acelerado. 
A conclusão foi de que os músculos dos atletas convertem constantemente mais energia em calor do que os de indivíduos sedentários. Isso ocorre porque quem faz um treinamento intensivo de resistência, como é o caso da caminhada, tem um metabolismo mais acelerado. 

9. Controla a vontade de comer
Um estudo recente feito por pesquisadores da Universidade de Exeter, na Inglaterra, sugere que fazer caminhadas pode conter o vício pelo chocolate. Durante o estudo, foram avaliadas 25 pessoas que consumiam uma quantidade de pelo menos 100 gramas por dia de chocolate. Os chocólatras tiveram que renunciar ao consumo do doce e foram divididos em dois grupos, sendo que um deles faria uma caminhada diária. 
Os pesquisadores perceberam que não comer o chocolate, juntamente com o estresse provocado pelo dia a dia, aumentava a vontade de consumir o doce. Mas, uma caminhada de 15 minutos em uma esteira proporciona uma redução significativa da vontade pela guloseima.

"Além de ocupar o tempo com outra coisa que não seja a comida, a caminhada libera hormônios, como a endorfina, que relaxam e combatem o estresse, efeito que muitas pessoas buscam compulsivamente na comida", afirma Paulo Correia.  

10. Protege contra derrames e infartos
Quem anda mantém a saúde protegida das doenças cardiovasculares. Por ajudar a controlar a pressão sanguínea, caminhar é um fator de proteção contra derrames e infarto. "Os vasos ficam mais elásticos e mais propícios a se dilatarem quando há alguma obstrução. Isso impede que as artérias parem de transportar sangue ou entupam", diz Paulo.

A caminhada também regula os níveis de colesterol no corpo. Ela age tanto na diminuição na produção de gorduras ruins ao organismo, que têm mais facilidade de se acumular nas paredes dos vasos sanguíneos e por isso causar derrames e infartos, como no aumento na produção de HDL, mais conhecido como colesterol bom. 


11. Diabetes
A insulina, substância que é responsável pela absorção de glicose pelas células do corpo, é produzida em maior quantidade durante a prática da caminhada, já que a atividade do pâncreas e do fígado são estimuladas durante a caminhada devido à maior circulação de sangue em todos os órgãos.

Outro ponto importante é que o treinamento aeróbico intenso produzido pela caminhada é capaz de reverter a resistência à insulina, um fator importante para o desenvolvimento de diabetes. Assim fica comprovado que os exercícios têm ainda mais benefícios contra o mal do que se pensava anteriormente.

"Quanto maior a quantidade de insulina no sangue, maior a capacidade das células absorverem a glicose. Quando esse açúcar está circulando livremente no sangue, pode causar diabetes", explica o fisiologista da Unifesp.